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Abril oferece Veja como garantia de dívida de R$ 830 milhões com o governo

Abril oferece Veja como garantia de dívida de R$ 830 milhões com o governo
O Grupo Abril ofereceu 16 marcas da empresa ao renegociar uma dívida de R$ 830 milhões com o governo. Entre elas estão as revistas Veja, Quatro Rodas, Capricho, Claudia, M de Mulher e Você S/A.Eis a íntegra (9 MB) do acordo, assinado com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional em maio deste ano, depois de…

O Grupo Abril ofereceu 16 marcas da empresa ao renegociar uma dívida de R$ 830 milhões com o governo. Entre elas estão as revistas Veja, Quatro Rodas, Capricho, Claudia, M de Mulher e Você S/A.

Eis a íntegra (9 MB) do acordo, assinado com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional em maio deste ano, depois de 2 meses de negociação.

Eis a lista completa de marcas oferecidas como garantia:

  • Claudia;
  • Quatro Rodas;
  • Goread;
  • Saúde;
  • Boa Forma;
  • Mundo Estranho;
  • Capricho;
  • Viagem e Turismo;
  •  Guia do estudante;
  •  Você S/A;
  •  VocêRH;
  • Arquitetura e Construção;
  • M de Mulher;
  • Elástica;
  • Placar;
  •  Veja.

O termo dá à Abril 70% de desconto em multas, juros e encargos –mas não à dívida principal. É o desconto máximo permitido por lei.

Depois desse desconto, o total a ser pago será parcelado e as dívidas não relacionadas à previdência poderão ser quitadas em até 10 anos. As parcelas começam em 0,24% do valor total da dívida.

Segundo o Ministério da Economia, os R$ 830 milhões acordados representam 95% do passivo da Abril. Com o acordo, o grupo abriu mão de pontos que disputava na Justiça.

A Abril debatia a legalidade do limite de 30% para compensação de prejuízo fiscal calculado por empresa incorporada. A Procuradoria concedeu descontos e prazo alongado de pagamento.

SEDE LEILOADA

Em 21.mai, o antigo prédio da Editora Abril, na marginal Tietê, em São Paulo, foi comprado pela Marabraz, uma rede de loja de departamentos. O leilão virtual determinou a venda por R$ 118.783.000.

O certame teve 2 compradores interessados, que realizaram 17 lances cada um. O valor final acertado é R$ 8,3 milhões a mais do que o lance mínimo, que era de R$ 110,5 milhões.

O leilão fez parte do processo de recuperação, como aprovado em uma assembleia dos credores e pela Justiça em 2019.

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