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Bolsonaristas provocam MBL após prisão de empresário: “Projeto tosco de poder”

Bolsonaristas provocam MBL após prisão de empresário: “Projeto tosco de poder”
Reprodução/Facebook Carlos Augusto de Moraes Alfonso, empresário ligado ao MBL Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e pessoas ligadas a ele no governo federal fizeram uma provocação ao Movimento Brasil Livre (MBL) nas redes sociais lançando neste sábado (11) a hashtag #DerreteMBL. As publicação ocorre um dia depois da  prisão de um empresário ligado…


Reprodução/Facebook

Carlos Augusto de Moraes Alfonso, empresário ligado ao MBL

Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro
(sem partido) e pessoas ligadas a ele no governo federal fizeram uma provocação ao Movimento Brasil Livre
(MBL) nas redes sociais lançando neste sábado (11) a hashtag #DerreteMBL. As publicação ocorre um dia depois da  prisão de um empresário
ligado ao grupo.

Entre os que aderiram às provocações está ministro Marcelo Álvaro Antônio
, que chefia a pasta do Turismo no Planalto. Ele usou o Twitter para acusar o grupo de ser “quadrilha”, citando o deputado federal Kim Kataguiri
(DEM-SP), que é um dos nomes ligados ao MBL
mais conhecidos.

“Essa turminha é muito boa em criticar, mas, na verdade, não passam de uma quadrilha com um projeto tosco de poder, capitaneada pelo ‘Dep. faKIM News'”, escreveu Álvaro Antônio.

Os “paladinos da verdade” sofreram um duro golpe com a prisão de dois aliados. A Polícia ainda encontrou $$ e drogas. Essa turminha é muito boa em criticar, mas, na verdade, não passam de uma quadrilha com um projeto tosco de poder, capitaneada pelo “Dep. faKIM News” #DerreteMBL
pic.twitter.com/Flrx5AY2GK

— Marcelo Álvaro Antônio (@Marceloalvaroan) July 10, 2020

Um dos ataques também veio do deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, que disse que o MBL e outros deputados fazem parte de uma “milícia digital”.

— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) July 11, 2020

O motivo das provovações foi o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão nesta sexta da Polícia Civil de São Paulo e do Ministério Público contra nomes ligados ao MBL.

A operação, batizada de “Júnior Moneta”, investiga fraudes e desvios de até R$ 400 milhões. Apesar da ligação entre os presos e o MBL, o MP afirmou que os desvios até o momento não são da alçada política, e sim em empresas ligadas aos presos.

Um dos alvos foi Carlos Augusto de Moraes Alfonso, que usava o pseudônimo de Luciano Ayan nas redes sociais, e já foi considerado uma espécie de “guru” do MBL.

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