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Brasil atinge 213,3 milhões de habitantes

Brasil atinge 213,3 milhões de habitantes
Rondonia News Brasil atinge 213,3 milhões de habitantes Mundo Publicado 2 semanas atrásem 1 de setembro de 2021 Aos Leitores, ler com atenção: Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens. Foto:…

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Publicado

2 semanas atrás

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Aos Leitores, ler com atenção:

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.


Foto: reprodução

O número de brasileiros aumentou no último ano. É o que estima o IBGE. De acordo com o Instituto, agora somos mais de 213 milhões de habitantes no país. São Paulo continua como o município mais populoso com quase 12 milhões e meio de pessoas, e Serra da Saudade, em Minas Gerais, é o menor, com apenas 776 habitantes.

 

Dezessete grandes municípios, com mais de um milhão de pessoas, concentram quase 22% da população, sendo que 14 desses são capitais.

 

Sobre o crescimento da população, o professor de Políticas Públicas do Ibmec Brasília, Thiago Galvão, faz um alerta:

“O aumento das populações dos países pode trazer perigosas distorções, caso não sejam acompanhadas de políticas públicas capazes de trazer inclusão social à nova população. Os principais impactos de primeira ordem estão relacionados a um aumento imediato no gasto em saúde pública, também no consumo de alimentos e na educação”.

É válido ressaltar que essa estimativa não traz um recorte dos efeitos causados pela pandemia da Covid- 19 e não tem relação com o Censo Demográfico, que era para ter sido realizado em 2020 e agora está previsto para 2022. O gerente de Estimativas e Projeções de População do IBGE, Márcio Mitsuo Minamiguchi, ressalta a importância do Censo que será realizado no próximo ano.

 

“As projeções de população do Brasil e dos estados não somente subsidiam as estimativas municipais, mas também ajudam a pensar no futuro da população. Pensar no futuro é importante porque nos mostra os desafios que teremos pela frente”.

O estudo leva em conta os mais de cinco mil municípios brasileiros e é um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios.

Reportagem, Flávio Macêdo

Fonte: Brasil 61


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15 horas atrás

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16 de setembro de 2021


Tudo azul e todo mundo sem enxegar nada além de… Azul. Essa foi a experiência de quem tentou transitar por uma rua ao sul de Brisbane, na Austrália, onde um motorista achou conveniente fazer drifting e espalhar uma densa nuvem de fumaça para revelar o gênero de um bebê. No caso, um menino.

As imagens da presepada foram divulgadas pela polícia local, com o intuito de que o condutor seja responsabilizado pelo ato.

“Havia um grupo de pessoas reunidas nas proximidades tirando fotos e [fazendo] vídeos”, diz trecho do comunicado emitido pela corporação.

Na mesma mensagem, a polícia também solicita que qualquer cidadão com informações sobre a identidade do motorista se apresente. Ainda não está claro se ele é o pai da criança.

REPRODUÇÃO/FACEBOOK/QUEENSLAND POLICE SERVICE

David Plassa, do R7


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Publicado

15 horas atrás

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16 de setembro de 2021


Publicações no Instagram e no Twitter trazem informações sobre o que seria uma atualização nas diretrizes da Anvisa e do Ministério da Saúde sobre o plano de imunização nacional. Nas postagens, é dito que os dois órgãos passaram a não recomendar a vacinação de menores de 18 anos. Uma das publicações foi compartilhada mais de sete mil vezes.

Algumas das postagens e comentários divulgam um atalho para o documento com a atualização citada, na página oficial da Anvisa, tratando do Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação Contra a Covid-19(PNO). O atalho foi atualizado no dia 10 de setembro, mas o documento foi redigido com as diretrizes válidas até agosto passado.

O MonitoR7 entrou em contato com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pediu um esclarecimento sobre a atualização do plano. A agência afirmou que não houve alteração. Há uma vacina que recebeu autorização para uso no Brasil em pessoas a partir dos 12 anos. E essa autorização consta em bula. 

“Conforme as bulas aprovadas pela Anvisa, hoje a única vacina autorizada para a faixa de 12 a 17 anos é a vacina Comirnaty, da Pfizer.” reforçou a Anvisa. Se essa vacina será ou não usada no Plano Nacional de Vacinação, é uma decisão do Ministério da Saúde.

Em nota ao MonitoR7, o Ministério da Saúde reafirmou que todos os brasileiros adultos devem estar vacinados até o dia 15 de setembro. Assim, com toda a população adulta já imunizada com a primeira dose, será possível a distribuição de vacinas para os adolescentes entre 12 e 17 anos.

Portanto, a informação sobre a possível atualização é falsa, uma vez que tanto Ministério da Saúde quanto Anvisa reiteram a campanha de vacinação para pessoas de 12 a 17 anos, com a vacina da Pfizer.

A vacinação dessa faixa etária deve seguir uma ordem de prioridades. A primeira: população de 12 a 17 anos com deficiências permanentes. A segunda: população de 12 a 17 anos com presença de comorbidades. A terceira: população de 12 a 17 anos gestantes e puérperas. A quarta: população de 12 a 17 anos privados de liberdade. E por último: população de 12 a 17 anos sem comorbidades.

LEANDRO FERREIRA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO /ARQUIVO

Do R7


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Publicado

2 dias atrás

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15 de setembro de 2021


Qualquer elevação da Selic em mais de 1 ponto percentual será a maior desde o salto de 3 pontos percentuais do fim de 2002 – Marcello Casal JrAgência Brasil.

O Copom (Comitê de Política Monetária) do BC (Banco Central) se reúne na próxima semana para decidir qual será a taxa básica de juros vigente na economia brasileira até o final de outubro. Com os recentes saltos da inflação, algumas projeções já sinalizam para a maior alta da Selic desde 2002.

A decisão pela variação recorde após quatro avanços consecutivos dos juros, que levaram a Selic ao atual patamar de 5,25% ao ano, deve levar em conta as surpresas trazidas pela alta disseminada da inflação dos últimos meses.

Somente em agosto, o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) subiu 0,87% e registrou a maior alta para o mês dos últimos 21 anos. No acumulado dos últimos 12 meses, a variação dos preços encostou nos 10%, patamar já superado em oito capitais brasileiras.

A alternativa pela elevação da taxa de juros é o instrumento de política monetária mais utilizado para reduzir a inflação. Isso acontece porque os juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a disposição para consumir e estimulam outras alternativas de investimento.

Nesta terça-feira (14), o presidente do BC, Roberto Campos Neto, afirmou que o plano da autoridade monetária para combater a inflação mira horizonte mais longo e vai “fazer o que for necessário” para devolver o índice de preços à meta estabelecida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional). Ainda assim, ele disse que o BC não terá reações precipitadas a cada novo dado inflacionário.

“A gente tem um instrumento na mão que vai ser usado da forma como ele precisa ser usado e a gente entende que a gente pode levar a Selic até onde precisar ser levada para que a gente tenha uma convergência da meta no horizonte relevante”, afirmou Campos Neto em evento do banco BTG Pactual.

Entre as instituições financeiras ouvidas pelo BC, a mediana das expectativas até o final da semana passada apontam que a Selic vai subir para 6,25% ao ano, resultado de uma nova variação de 1 ponto percentual. No entanto, já existem apostas de que a alta dos juros será de até 1,5 ponto percentual, o que elevaria a taxa básica de juros a 6,75% ao ano.

O superintendente da assessoria econômica da ABBC (Associação Brasileira de Bancos), Everton Pinheiro de Souza Gonçalves, avalia que o veredito do BC deve elevar a taxa Selic em 1,25 ponto percentual na próxima quarta-feira (22), para 6,5% ao ano.

“A deterioração do balanço de riscos em relação à reunião anterior para inflação exige um aperto maior. Desse modo a nossa expectativa é de aumento de 1,25 ponto. Além disso, devem ocorrer mais elevações nas próximas reuniões do Copom, fechando o ano em 8,5%”, prevê Gonçalves.

Desde o início do século, a Selic só subiu mais de 1 ponto percentual em duas oportunidades, em junho de 2001 (de 16,75% ao ano para 18,25% ao ano) e em dezembro de 2002 (de 22% ao ano para 25% ao ano).

Em posição semelhante à do último relatório Focus, a chefe de economia da Rico, Rachel de Sá, afirma que o Copom deve manter o mesmo ritmo do último encontro e elevar a Selic para 6,25% ao ano, o que resultaria em um novo aumento dos juros nas próximas reuniões do grupo.

“Por enquanto, a nossa visão é de que a Selic vai terminar o ano em 7,25% ao ano, mas essa projeção tem viés de alta, que estamos observando com bastante cuidado, porque não achamos que o Banco Central precisa acelerar o passo das movimentações”, afirma Rachel.

Fonte:R7


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