CARLOS AUGUSTO

Homem passa a mão em ciclista que seguia para o trabalho – VÍDEO

Homem passa a mão em ciclista que seguia para o trabalho – VÍDEO
Uma atendente de supermercado, de 37 anos, foi assediada quando ia de bicicleta para o trabalho. A mulher foi surpreendida por outro ciclista que passou a mão nela. O caso aconteceu em Praia Grande, no litoral de São Paulo. A vítima disse que, por medo de reencontrar o assediador, não faz mais o caminho sozinha…

Uma atendente de supermercado, de 37 anos, foi assediada quando ia de bicicleta para o trabalho. A mulher foi surpreendida por outro ciclista que passou a mão nela. O caso aconteceu em Praia Grande, no litoral de São Paulo.

A vítima disse que, por medo de reencontrar o assediador, não faz mais o caminho sozinha e decidiu mudar de aparência. A ciclista, que preferiu não se identificar, contou ao portal G1 que faz o caminho há muitos anos e nunca imaginou que fosse passar por uma situação parecida.

A atendente estava pedalando como de costume e só percebeu a aproximação do desconhecido quando sentiu ele passa a mão nela.

Como é possível ver nas imagens, após passar a mão na ciclista, o homem pedala mais rápido que ela e foge. “Foi muito rápido. Eu olhei para trás pra ver e pedir ajuda, ver se alguém tinha visto, mas não tinha ninguém”, diz. O caso aconteceu por volta de 6h45 na Rua Santa Rita de Cássia, na Vila Caiçara.

De acordo com a vítima, ela estava indo para o trabalho e jamais pensou que a situação poderia acontecer. Ela informou, ainda, que procurou por câmeras que poderiam ter registrado o momento traumático e conseguiu o vídeo.

“Isso é coisa que a gente nunca acha que vai acontecer, me senti invadida demais. O povo fala ‘ah, tem mulher que anda muito despida’, mas eu estava indo para o meu trabalho, vem uma pessoa e achou que tem o direito de fazer aquilo comigo. Se eu estivesse um pouco mais para trás [fundo da rua], não sei o que poderia ter acontecido comigo”, desabafou.

Mudança na aparência 

Segundo a vítima, desde o episódio da importunação sexual, ela está traumatizada e não tem feito o trajeto sozinha. Segundo ela, pediu ajuda a colegas no trabalho para ter companhia no caminho entre sua casa e o serviço. Além disso, ela revela que vai mudar de aparência para dificultar o possível reconhecimento do assediador.

“Não sei nem o que fazer. Estou com muito medo mesmo”, revela. A atendente diz que não tem conseguido dormir direito desde o acontecido e que, também, toma sustos com aproximações repentinas. “Estou muito traumatizada”, finaliza.

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