TORCIDA

Marília Ruiz | Melhor emprego para Diniz é na base da seleção

Nem vou gastar linhas aqui dizendo os males tóxicos da gestão Leco e seus "ídolos-escudo". A torcida e a crítica já discutiram o assunto à exaustão. E, se há uma notícia boa, é que a gestão está a meses de terminar.Vamos ao jogo de ontem do São Paulo. Os números tricolores, como de costume, foram…

Nem vou gastar linhas aqui dizendo os males tóxicos da gestão Leco e seus “ídolos-escudo”. A torcida e a crítica já discutiram o assunto à exaustão. E, se há uma notícia boa, é que a gestão está a meses de terminar.

Vamos ao jogo de ontem do São Paulo.

Os números tricolores, como de costume, foram supimpas: 72% de posse de bola, 23 finalizações, 567 passes trocados.

E daí?

Não há posse de bola e futebol “com movimentação” (afinal não é pebolim), como gosta de frisar Fernando Diniz, que explique.

Não há contorcionismo verbal que explique a eliminação de ontem para um remendado Mirassol que deixe a mancha menos vergonhosa.

O melhor time da última semana antes da quarentena é agora o pior time (titular) da última semana.

A notícia boa é que estão e estarão todos descansados para a estreia do Brasileiro-20: com ou sem Diniz, que segue “prestigiado” por Raí, Lugano, Pássaro e Leco, que entregarão 5 anos de gestão com déficits milionários e título zero.

O melhor emprego para o Diniz eu digo sempre e vou repetir aqui: assumir e coordenar as categorias de base da Seleção. Lá é sim campo fértil e indicado para menos pressão e mais estética. No time dos outros também é divertido, mas acaba não tendo nunca muita duração.

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PS: O assunto Diniz está dominando as manchetes, mas, por favor, avisem quando pudermos falar da competitividade (ou falta de) dos jogadores do São Paulo…

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