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Opinião | Milton Neves lista os cinco melhores cartolas do futebol brasileiro

Opinião | Milton Neves lista os cinco melhores cartolas do futebol brasileiro
Está aí uma lista complicada de ser feita, hein? Afinal de contas, como tivemos péssimos dirigentes na história do esporte brasileiro.Muitos deles, além de ruins, gatunos, lesando profundamente os clubes que diziam amar ou as entidades comandadas por eles.Bom, mas é claro que tivemos também na história do futebol bons e ótimos cartolas.E os melhores…

Está aí uma lista complicada de ser feita, hein?

Afinal de contas, como tivemos péssimos dirigentes na história do esporte brasileiro.

Muitos deles, além de ruins, gatunos, lesando profundamente os clubes que diziam amar ou as entidades comandadas por eles.

Bom, mas é claro que tivemos também na história do futebol bons e ótimos cartolas.

E os melhores que eu acompanhei de perto você confere na lista abaixo:

O maior são-paulino de todos, que morreu há um mês, foi um dos responsáveis pela construção do Morumbi. Mas engana-se quem diz que ele “deu” o estádio ao São Paulo. Foi uma doação particular por parte da Imobiliária Aricanduva, presidida por João Jorge Saad, corintiano, que estava investindo na região onde fica o Grupo Bandeirantes, até então uma área praticamente rural.

O folclórico cartola corintiano sempre foi exemplo de honestidade e amor ao clube do Parque São Jorge. Não fosse por ele, o Timão poderia muito bem ter “sumido” durantes os 23 anos sem títulos.

Athiê simplesmente foi o responsável por levar para a Vila Belmiro as peças necessárias para que Lula conseguisse montar o maior time da história do futebol. Além disso, em 1959, contrariando toda a imprensa paulista, não aceitou vender Pelé para a Juventus ou para o Real Madrid por 1 milhão de dólares. Já imaginaram o arrependimento se ele tivesse dado ouvidos os jornalistas e vendido o Rei do Futebol por essa “fortuna”?

Fábio Koff foi gigante no Grêmio, no “Clube dos 13” e na vida. Homem reto que por 15 anos mandou nos clubes brasileiros sem jamais privilegiar o seu Tricolor ou o seu bolso. Koff morreu em 2018 e deixou a “cartolada” a pé, sem seguidores à altura.

O Marechal da Vitória foi maravilhoso em 1958 e, em 1962, foi tão importante nos bastidores quanto Mané e Amarildo no campo. Em 1966, por pura inveja, João Havelange o tirou e o Brasil, completamente desorganizado com “mil” jogadores em pré-lista confusa e com uma delegação que não parecia falar a mesma língua, passou vergonha na Inglaterra.

Agora é a sua vez, amigo internauta.

Faça você também a sua lista dos cinco melhores cartolas do futebol brasileiro.

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