BRASILEIRÃO

Tuminha não se cansa de perder

Tuminha não se cansa de perder
Romeu Tuma Júnior não se cansa de ser derrotado na Justiça.Perde, apela e perde de novo.Nas esferas criminais e civis.Veja a conclusão de mais uma sentença do Tribunal de Justiça de São Paulo por unanimidade."Mister se faz frisar que a publicação no blog do réu deve ser analisada como um todo e dentro do contexto…

Romeu Tuma Júnior não se cansa de ser derrotado na Justiça.

Perde, apela e perde de novo.

Nas esferas criminais e civis.

Veja a conclusão de mais uma sentença do Tribunal de Justiça de São Paulo por unanimidade.

Mister se faz frisar que a publicação no blog do réu deve ser analisada como um todo e dentro do contexto das eleições para a administração do Sport Club Corinthians.

O requerido expressou o seu repúdio à utilização da expressão “Democracia Corinthiana” pelo autor em sua chapa, afirmando que tal utilização era indevida, porquanto dissociada da essência da original democracia corinthiana, em que os jogadores participavam ativamente das decisões do clube referido.

Demais disso, a menção feita pelo réu de que o autor foi denunciado por ‘relações nada republicanas com contrabandista chinês’, está relacionada ao fato de que houve investigação neste sentido e a utilização do termo ‘denúncia/denunciado’ não ocorreu de forma técnica (jurídica).

O termo ‘mitômano’ foi uma forma jocosa de se referir ao autor que, na perspectiva do réu, utiliza-se fantasiosamente da expressão ‘democracia corinthiana’ sem, contudo, ter conduta característica desta fase da administração do Sport Club Corinthians.

Há se destacar, outrossim, que a argumentação do apelante acerca da tese do “direito ao esquecimento” não foi aventada anteriormente e, efetivamente, consubstancia inovação recursal, não merecendo a análise no presente âmbito.

Por fim, majora-se a verba honorária para 15% do valor atualizado da causa, nos termos do artigo 85, § 11, do Código de Processo Civil.

Ante o exposto,

NEGA-SE PROVIMENTO AO RECURSO.

VIVIANI NICOLAU

Relator”

Abaixo, o acórdão na íntegra:

Fonte